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“Reviravolta no caso”: moradora nega agressões e apresenta vídeos de idosa andando em Florianópolis

Uma mulher de 38 anos, técnica de enfermagem e moradora do mesmo condomínio em Canasvieiras, Florianópolis, veio a público na quarta-feira (20) para apresentar sua versão sobre o episódio que viralizou nas redes sociais: ela é a proprietária do veículo que, segundo uma cadeirante de 71 anos, bloqueou a única saída acessível do prédio na […]


Uma mulher de 38 anos, técnica de enfermagem e moradora do mesmo condomínio em Canasvieiras, Florianópolis, veio a público na quarta-feira (20) para apresentar sua versão sobre o episódio que viralizou nas redes sociais: ela é a proprietária do veículo que, segundo uma cadeirante de 71 anos, bloqueou a única saída acessível do prédio na segunda-feira (18) e a agrediu fisicamente quando ela tentou filmar a situação.


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O caso ganhou repercussão após a cadeirante publicar um relato nas redes sociais descrevendo ter ficado presa no condomínio, ter pedido socorro sem ser atendida por trabalhadores, faxineira e síndico presentes, e ter precisado acionar a polícia para sair do próprio prédio. A matéria completa pode ser lida no jornalrazao.com.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a moradora afirmou que havia espaço para a cadeira de rodas passar e que já havia retirado o veículo antes de qualquer intervenção policial. “Não teve polícia nenhuma. Eu já tinha tirado o carro”, declarou. Segundo ela, foi a cadeirante quem iniciou o conflito, com insultos e gritos. A moradora nega ter agredido fisicamente a idosa e afirma que o inverso ocorreu: “Eu baixei o celular da mão dela e ela me agrediu, começou a me bater pra eu largar o celular dela, foi isso que aconteceu”, disse. Ela afirmou ter testemunhas de que não houve agressão da sua parte.

A moradora também divulgou vídeos que, segundo ela, mostram a cadeirante caminhando de forma independente e ajudando a carregar a cadeira de rodas para o porta-malas de um veículo. Segundo a mulher, a idosa sobe e desce três lances de escada diariamente, uma vez que as duas moram no mesmo andar do condomínio. “Ela caminha, ela sobe e desce três lances de escada todo dia”, afirmou. O JR não teve acesso independente aos vídeos citados para verificar o contexto das imagens.

A moradora ainda relatou que a cadeirante teria histórico de conflitos no condomínio, com relatos de agressão a uma ex-síndica e tentativa de invasão à residência do síndico atual. As duas versões divergem em pontos centrais: se havia espaço suficiente para a passagem da cadeira, se o carro foi retirado antes ou depois da chegada da polícia e quem teria iniciado as agressões físicas.

Não há confirmação oficial sobre abertura de inquérito relacionado ao episódio desta semana. O caso segue com as duas versões contraditórias publicadas e sem posicionamento da administração do condomínio.



Fonte: Jornal Razão

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