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Pais se emocionam ao ver filha com Síndrome de Down ir sozinha ao mercadinho em Florianópolis

Porteiro do condomínio acionou a família ao ver a menina circulando sozinha, mas a mãe, psicóloga, acompanhava cada passo da filha pelas câmeras de segurança Uma menina com Síndrome de Down, que atua como modelo mirim em Florianópolis, emocionou as redes sociais ao ser flagrada fazendo compras sozinha no mercadinho do condomínio onde mora, no […]


Porteiro do condomínio acionou a família ao ver a menina circulando sozinha, mas a mãe, psicóloga, acompanhava cada passo da filha pelas câmeras de segurança

Uma menina com Síndrome de Down, que atua como modelo mirim em Florianópolis, emocionou as redes sociais ao ser flagrada fazendo compras sozinha no mercadinho do condomínio onde mora, no bairro Campeche. O momento, registrado pelas câmeras de segurança, viralizou nesta semana e gerou milhares de reações positivas.


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O porteiro do condomínio notou a criança circulando sozinha pelas áreas comuns e, preocupado com a segurança dela, entrou em contato com o pai. A resposta veio imediatamente: a família estava ciente de tudo. A mãe da menina, a psicóloga Alessandra Muller, acompanhava cada passo da filha pelas câmeras de segurança do condomínio em tempo real.

A atitude do porteiro foi amplamente elogiada nas redes sociais. Moradores e internautas destacaram a atenção do profissional com a segurança da criança, ao mesmo tempo em que celebraram a decisão dos pais de promover a autonomia da filha com supervisão adequada.

Inclusão na prática

A menina, que já é conhecida como modelo no cenário da moda catarinense, realizou a ida ao mercadinho como parte de um exercício de independência planejado pela família. As imagens das câmeras de segurança mostram a criança caminhando com desenvoltura pelo condomínio e escolhendo produtos dentro do estabelecimento.

Para especialistas, momentos como esse representam marcos importantes no desenvolvimento de pessoas com Síndrome de Down. A conquista de autonomia em atividades cotidianas, como fazer compras, é considerada um passo fundamental no processo de inclusão e independência.

A repercussão do vídeo reacendeu o debate sobre inclusão e o papel da comunidade no acolhimento de pessoas com deficiência. A atitude do porteiro, que agiu com responsabilidade ao verificar a situação, e a postura dos pais, que confiaram na capacidade da filha com supervisão adequada, foram apontadas como exemplos de como a inclusão funciona na prática.



Fonte: Jornal Razão

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