PUBLICIDADE

Opinião: Gelson Merisio volta ao jogo e lidera articulação do "campo democrático" em Santa Catarina

A política de Santa Catarina começa a dar sinais claros de que 2026 já está no jogo – e com uma articulação que, no mínimo, chama atenção.Na manhã desta quinta-feira (17), no Hotel Intercity Florianópolis, na capital, foi apresentada a chapa do chamado “campo democrático”. O evento reuniu lideranças e marcou mais um movimento de […]




A política de Santa Catarina começa a dar sinais claros de que 2026 já está no jogo – e com uma articulação que, no mínimo, chama atenção.
Na manhã desta quinta-feira (17), no Hotel Intercity Florianópolis, na capital, foi apresentada a chapa do chamado “campo democrático”. O evento reuniu lideranças e marcou mais um movimento de bastidores que agora passa a ganhar forma pública – acompanhado de perto pela reportagem da Rede Princesa.
Nos bastidores, a construção vem sendo tratada como uma união de forças. Um rótulo amplo… e que, na prática, tenta colocar lado a lado grupos que nem sempre estiveram no mesmo palanque – mas que agora enxergam um objetivo em comum.
Na cabeça desse projeto está Gelson Merisio, que volta ao cenário eleitoral depois de oito anos longe das urnas. Em 2018, vale lembrar, Merisio acabou derrotado por Carlos Moisés da Silva, na onda que embalou Jair Bolsonaro e o então PSL. Agora, tenta reposicionar seu nome em um cenário político bem diferente daquele de oito anos atrás.
Na vice, entra Ângela Albino, ex-deputada estadual e hoje no PDT. Com trajetória consolidada e atuação em pautas sociais, ela chega como peça importante nessa tentativa de ampliar o alcance da chapa.
Para o Senado, o primeiro nome é Décio Lima, ex-deputado federal e uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores em Santa Catarina, com peso político e trânsito nacional.
Fechando a composição, aparece Afrânio Bopré, vereador em Florianópolis e ligado ao PSOL, indicado como segunda opção ao Senado, representando uma ala mais ideológica dentro desse grupo.
E tem um ponto que chama atenção: além dos nomes já anunciados, a chapa deve contar com uma presença expressiva de mulheres, reforçando a participação feminina e ampliando a representatividade – algo cada vez mais cobrado, inclusive, dentro do próprio cenário político.
No fim das contas, o que se desenha é uma aliança ampla, diversa… e, por que não dizer, desafiadora. Resta saber se essa soma de forças vai se transformar em competitividade nas urnas ou se vai esbarrar justamente nas diferenças que hoje tentam ser deixadas de lado.
Porque na política, como se viu nesta quinta-feira, juntar é uma coisa… sustentar essa união até a urna é outra bem diferente.
De Florianópolis, para a Rede Princesa – Guilherme Rosa.



Fonte: Source link

Leia mais

PUBLICIDADE