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Operação por armas termina com prisão por armazenamento de conteúdo de pornografia infantojuvenil em Camboriú

Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na área rural de Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. A prisão ocorreu após os investigadores encontrarem indícios de armazenamento de material de abuso sexual envolvendo adolescente durante uma operação que, inicialmente, apurava outros crimes. […]


Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na área rural de Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. A prisão ocorreu após os investigadores encontrarem indícios de armazenamento de material de abuso sexual envolvendo adolescente durante uma operação que, inicialmente, apurava outros crimes.


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A ação foi realizada pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú, na região conhecida como Macacos. O alvo da diligência era um suspeito investigado por envolvimento em um caso de disparos de arma de fogo e lesão corporal. Os policiais buscavam localizar armas e aparelhos celulares que poderiam auxiliar nas investigações.

No decorrer das buscas, porém, os agentes se depararam com elementos que apontavam para outro crime. Segundo a Polícia Civil, foram encontrados indícios de armazenamento de conteúdo sexual envolvendo adolescente, além de informações que indicam que o investigado teria incentivado terceiros a produzir os registros ilícitos com uma vítima de 13 a 14 anos.

Diante das evidências encontradas no imóvel, o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata do armazenamento de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

Após os procedimentos na delegacia, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para apurar a extensão dos fatos e identificar possíveis envolvidos.



Fonte: Jornal Razão

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