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‘Operação Mensageiro’: ex-prefeito de SC é condenado a quase 14 anos de prisão por corrupção e fraude em licitações

O ex-prefeito de Ibirama, Adriano Poffo (MDB), foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) em um dos processos ligados à Operação Mensageiro, investigação que apura um esquema de corrupção envolvendo contratos públicos em diversas cidades catarinenses. Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo A decisão foi […]


O ex-prefeito de Ibirama, Adriano Poffo (MDB), foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) em um dos processos ligados à Operação Mensageiro, investigação que apura um esquema de corrupção envolvendo contratos públicos em diversas cidades catarinenses.


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A decisão foi tomada pela 5ª Câmara Criminal do TJSC, que fixou a pena em 13 anos, 10 meses e 10 dias de prisão em regime inicial fechado, além de 3 anos e 6 meses de detenção em regime semiaberto.

Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o ex-prefeito participou de um esquema criminoso envolvendo fraudes em licitações, recebimento de vantagens indevidas e organização criminosa. O acórdão foi assinado pela desembargadora Cinthia Beatriz da Silva Bittencourt Schaefer.

O que diz a decisão judicial

Conforme a decisão judicial, os desembargadores reconheceram 19 episódios de corrupção passiva relacionados ao caso investigado.

Além da pena de prisão, Adriano Poffo também foi condenado ao pagamento de 69 dias-multa, calculados com base em 1/30 do salário mínimo vigente à época dos fatos.

A Justiça ainda determinou a perda do mandato eletivo e proibiu o ex-prefeito de exercer qualquer cargo ou função pública pelo período de oito anos após o cumprimento da pena.

De acordo com o TJSC, a condenação leva em consideração a gravidade das condutas investigadas e o envolvimento direto do então agente público no esquema.

O processo também resultou na condenação de outros investigados, entre empresários e colaboradores que fecharam acordos de delação premiada com o Ministério Público. Alguns réus tiveram redução de pena em razão da colaboração durante as investigações.



Fonte: Jornal Razão

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