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“Olha a cagada”: morador de rua golpeia cilindro de gás com marreta e objeto explode em SC

Um cilindro de gás foi arremessado violentamente após ser golpeado com uma marreta, atingindo veículos estacionados em uma revenda de automóveis e um carro que passava pelo local, em Santa Catarina. Apesar do impacto e do grande susto, ninguém ficou gravemente ferido. Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo […]


Um cilindro de gás foi arremessado violentamente após ser golpeado com uma marreta, atingindo veículos estacionados em uma revenda de automóveis e um carro que passava pelo local, em Santa Catarina. Apesar do impacto e do grande susto, ninguém ficou gravemente ferido.


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Segundo relatos do próprio estabelecimento, o homem é morador de rua e já é conhecido na região da revenda, onde costuma fazer pequenos serviços em troca de valores. Funcionários do local teriam pedido para que ele descartasse o cilindro no lixo.

Ao perceber a peça de cobre no registro do cilindro, o homem pegou uma marreta e tentou removê-la. Ao golpear o equipamento, o cilindro sofreu uma forte pressão interna e foi lançado em alta velocidade para fora da loja, como um verdadeiro projétil.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o objeto sai disparado pela via pública. O cilindro atingiu veículos estacionados em uma revenda de automóveis próxima e também um carro que passava exatamente naquele instante. O impacto causou danos materiais e provocou correria entre pessoas que estavam nas proximidades.

Em meio à confusão, uma das frases que mais repercutiram entre os presentes foi “Olha a cagada que tu fez, homem!”, dita logo após o cilindro sair descontrolado pela loja.

Apesar de ninguém ter ficado gravemente ferido, moradores do entorno relataram medo diante da possibilidade de uma explosão ou de um acidente ainda mais grave. O cilindro poderia ter atingido pedestres ou provocado uma tragédia maior.

Não há informação oficial sobre registro de ocorrência policial relacionada ao caso.



Fonte: Jornal Razão

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