A Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim (FHSTE) deu um passo importante no fortalecimento da segurança assistencial ao integrar a tecnologia de desinfecção No-touch HyperDrymist. O novo sistema passa a fazer parte dos protocolos do hospital, visando ampliar a proteção de pacientes e profissionais da saúde contra as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS).
Consideradas um dos principais desafios em ambientes de saúde, as IRAS representam riscos significativos. A implementação desta solução tecnológica visa elevar os padrões de segurança hospitalar e mitigar esses perigos.
Reforço na desinfecção hospitalar
Entre os diferenciais da tecnologia HyperDrymist está sua capacidade de eliminar até 99,9999% dos germes por meio de um processo rápido. O tempo de aplicação da névoa desinfetante é de no máximo 5 minutos, mesmo nas maiores salas, seguido de mais 15 minutos de ação com o ambiente fechado.
A implantação da nova tecnologia também incluiu a capacitação da equipe de higienização do hospital. O treinamento garante a correta aplicação dos protocolos operacionais e fortalece a cultura institucional voltada à segurança do paciente e à excelência no cuidado.
Rafael Ayub, diretor executivo do Hospital Santa Terezinha, destacou o investimento em tecnologia como um investimento em segurança. “A implantação do sistema No-touch HyperDrymist reforça o compromisso do Hospital com a qualidade assistencial e com a proteção de nossos pacientes e profissionais”, afirmou Ayub.
Ele complementou que o controle das infecções é um desafio constante, e iniciativas como essa representam um avanço para oferecer um ambiente cada vez mais seguro, moderno e alinhado às melhores práticas hospitalares.
Com a iniciativa, o Hospital Santa Terezinha reafirma seu compromisso permanente com a inovação, a qualidade assistencial e a busca contínua por um ambiente hospitalar seguro e preparado para oferecer cuidado de excelência à comunidade.
Como funciona o No-touch HyperDrymist
A tecnologia No-touch HyperDrymist atua como uma etapa complementar à higienização hospitalar tradicional. Após a limpeza convencional dos ambientes, um equipamento realiza a dispersão de uma névoa ultrafina de desinfecção.
Esta névoa é capaz de alcançar superfícies e áreas de difícil acesso, onde a limpeza manual pode ter menor alcance. O sistema cria um efeito semelhante a uma “câmara de desinfecção”, promovendo uma cobertura mais uniforme do ambiente.
Por se tratar de uma tecnologia “no-touch” (sem contato), o processo ocorre de forma automatizada. Isso amplia a eficiência da desinfecção sem a necessidade de manipulação direta em todas as superfícies, contribuindo para a eliminação de microrganismos potencialmente causadores de infecções.
Na prática, a tecnologia funciona como uma camada adicional de proteção, reforçando os protocolos de biossegurança e contribuindo para ambientes hospitalares ainda mais seguros para pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde.
FONTE/CRÉDITOS: Comunicação PME
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