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Mulher diz ter sofrido racismo no caixa de mercado em SC: “acham que preto não tem dinheiro”

Uma mulher usou as redes sociais para denunciar o que ela classifica como racismo dentro de um supermercado no Litoral Catarinense. O caso teria ocorrido nesta Sexta-Feira Santa. Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo Segundo o relato publicado nas redes sociais, a mulher estava no caixa do supermercado […]


Uma mulher usou as redes sociais para denunciar o que ela classifica como racismo dentro de um supermercado no Litoral Catarinense. O caso teria ocorrido nesta Sexta-Feira Santa.




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Segundo o relato publicado nas redes sociais, a mulher estava no caixa do supermercado quando o pagamento por aproximação excedeu o limite do cartão e o sistema passou a exigir a digitação da senha. Sem a senha em mãos, ela pediu à operadora de caixa que aguardasse enquanto entrava em contato com o marido para obter o código.

Ofensas no caixa

Conforme o relato, enquanto aguardava, um homem idoso que estava na fila supostamente começou a proferir ofensas. “Começou a me chamar de vagabunda, dizendo que eu não tinha dinheiro pra passar as compras e que não era pra mim estar ali”, alegou a mulher no vídeo.

De acordo com ela, a situação se agravou quando a esposa do idoso teria se envolvido na discussão e supostamente chamado a tia da consumidora de “puta”. A mulher afirma que ambos são “branquelos”, de “cabelo liso”, e que a atitude teve motivação racial.

“Duas pretas que estavam fazendo compra. Na cabeça dele, a gente não tinha dinheiro pra pagar”, disse no vídeo publicado nas redes sociais.

A mulher afirmou ter filmado toda a confusão e que pretende encaminhar o material ao seu advogado. Ela também disse que vai solicitar as imagens das câmeras de segurança do supermercado para identificar o casal.

ASSISTA AO VÍDEO

Repercussão e versão contestada

Nos comentários da publicação, internautas divergiram sobre o ocorrido. Um seguidor afirmou que não viu a mulher ser chamada por termos raciais explícitos. Em resposta, a autora do relato escreveu que “às vezes o racismo não precisa verbalizar”, e completou: “eu sei o que eu vivi”.

Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o registro de boletim de ocorrência.



Fonte: Jornal Razão

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