Duas crianças que estavam no carro foram levadas ao hospital e passam bem. Esposa do motorista tentou assumir o volante, mas testemunhas contestam a versão.
Por Equipe Jornal Razão··2 min de leitura·Atualizado em
Um motorista visivelmente alcoolizado foi detido na madrugada deste domingo, em Camboriú, no Litoral catarinense, depois de um acidente que envolveu dois veículos e terminou com duas crianças encaminhadas ao hospital. Pelo que se apurou até agora, ele teria furado a preferencial e entrado na contramão, provocando a colisão.
A dinâmica ainda não está esclarecida. A batida destruiu os dois carros e, no veículo conduzido pelo homem alcoolizado, estavam duas crianças. Elas precisaram de atendimento médico e passam bem, sem ferimentos graves.
Logo depois da colisão, a situação no local ficou confusa. A esposa do motorista apareceu afirmando que era ela quem estava ao volante no momento do acidente. A versão, no entanto, foi contestada por quem presenciou a cena: testemunhas no local sustentam que quem dirigia era ele.
Enquanto a confusão se desenrolava, o homem tentou deixar o local. Foram três tentativas de fuga na mesma ocorrência. Na primeira, populares o seguraram antes que ele se afastasse. Na segunda, policiais militares alcançaram o homem e o trouxeram de volta.
Na terceira tentativa, a Polícia Militar encerrou a corrida, conteve o motorista e o colocou dentro da viatura para encerrar a ocorrência.
Foi então que o homem passou a gritar por socorro. Dentro do veículo, dizia que estava sem ar, que não conseguia respirar e que iria morrer ali. Entre um pedido e outro, solicitou que os policiais ligassem o ar-condicionado da viatura. O pedido foi atendido.
Durante a cobertura da ocorrência, a esposa do motorista tentou tomar o celular da reportagem, e outro familiar tentou impedir a gravação das imagens no local.
Ele e a esposa foram encaminhados à delegacia. Até o momento, não há confirmação sobre quem estava conduzindo o veículo no momento do acidente. As versões seguem divergentes: de um lado, a afirmação da mulher de que era ela quem dirigia; de outro, o relato das testemunhas apontando o marido.
Fonte: Jornal Razão