Com o 10.10 se aproximando, reunimos sete smartphones que passaram pelos testes do TechTudo ao longo de 2026 e podem entrar no radar de quem está pensando em trocar de aparelho. A seleção vai dos intermediários aos modelos mais avançados, avaliados em pontos como tela, desempenho, bateria, câmeras e recursos de inteligência artificial.
Quem busca uma opção mais em conta pode encontrar o Samsung Galaxy A37 (128 GB) por valores a partir de R$ 1.609 no Mercado Livre. O celular combina tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) e bateria de 5.000 mAh.
Já para quem procura um modelo mais avançado, o Samsung Galaxy S26 Ultra (512 GB) aparece por preços a partir de R$ 8.596 na Amazon. O aparelho reúne conjunto de câmeras avançado, desempenho de ponta e 512 GB de armazenamento. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de outubro de 2026.
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Melhores celulares para comprar no 10.10
- Samsung Galaxy A37 (128 GB) — modelo intermediário com foco em tela fluida e conjunto equilibrado para o dia a dia.
- Samsung Galaxy A57 (128 GB) — alternativa intermediária com tela maior e recursos voltados para quem busca mais conforto no uso diário.
- Xiaomi Redmi Note 15 Pro (256 GB) — opção intermediária com câmera de alta resolução e bateria de longa duração.
- Xiaomi 17T (512 GB) — smartphone avançado para quem busca mais desempenho, bastante armazenamento e câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica.
- Motorola Signature (512 GB) — modelo premium com proposta mais sofisticada e conjunto de câmeras versátil.
- iPhone 17 (256 GB) — opção premium da Apple com tela de alta taxa de atualização e desempenho voltado para diferentes tipos de uso.
- iPhone 16 Pro (128 GB) — modelo premium com construção mais sofisticada e recursos avançados de câmera e desempenho.
- Samsung Galaxy S26 Ultra (512 GB) — smartphone topo de linha para quem prioriza câmeras avançadas, tela ampla e alto desempenho.
Como escolhemos os melhores celulares para comprar no 10.10?
Selecionamos celulares lançados em 2026 que passaram pelos testes do TechTudo, priorizando os modelos com reviews completos publicados pela redação. A lista considera aparelhos de diferentes categorias e faixas de preço, com destaque para recursos como câmeras avançadas, alto desempenho, baterias de longa duração, telas de alta qualidade e novas tecnologias.
Quando disponíveis, também levamos em conta benchmarks do GSMArena para complementar a avaliação de desempenho, autonomia e outros aspectos dos aparelhos.
O que um bom celular deve ter?
Na hora de escolher um celular, o ideal é pensar em como o aparelho será usado no dia a dia. Desempenho, qualidade das câmeras, autonomia e recursos extras podem fazer bastante diferença, especialmente quando há modelos de diferentes categorias disputando a mesma atenção.
- Desempenho e memória: processadores mais recentes e uma boa quantidade de RAM ajudam o celular a lidar com apps, jogos e multitarefas com mais fluidez. O armazenamento também merece atenção, principalmente para quem costuma guardar muitas fotos, vídeos e apps.
- Tela e experiência de uso: painéis AMOLED e Super AMOLED aparecem entre os modelos da seleção, enquanto taxas de atualização de 120 Hz ajudam a deixar a navegação mais fluida.
- Câmeras e recursos de fotografia: além dos megapixels, vale observar a presença de estabilização óptica, diferentes sensores e recursos de processamento de imagem.
- Bateria e carregamento: a capacidade em mAh ajuda a entender o potencial de autonomia, mas o consumo da tela, do processador e do sistema também influencia o tempo longe da tomada.
- Tecnologias e suporte: recursos de inteligência artificial, conectividade 5G, resistência à água e poeira e o período de atualizações oferecido pela fabricante podem aumentar a vida útil e tornar o aparelho mais completo ao longo dos anos.
Lançado no Brasil em abril de 2026, o Samsung Galaxy A37 chegou como uma opção intermediária da marca, com poucas mudanças em relação à geração anterior, mas alguns refinamentos no conjunto. O aparelho traz traseira de vidro Gorilla Glass Victus+, tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e recursos de inteligência artificial integrados à experiência. Em nossos testes, o TechTudo avaliou o celular por três semanas e encontrou um modelo consistente para tarefas cotidianas, embora sem grandes novidades.
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Com 7,4 mm de espessura e 196 gramas, o Galaxy A37 tem construção fina, mas sua estrutura em plástico pode entregar uma sensação menos premium do que a traseira de vidro sugere. O tamanho também pode incomodar quem prefere celulares compactos, já que a largura de 78,2 mm dificulta o uso com uma mão. Por outro lado, a certificação IP68 protege o aparelho contra poeira e água, enquanto o leitor de digitais sob a tela facilita o desbloqueio.
A tela é um dos pontos fortes do modelo. O painel Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, características que favorecem a visualização de vídeos e a navegação. Durante os testes, a tela apresentou boa nitidez, cores vivas e fluidez, inclusive em ambientes mais iluminados. A redação, porém, identificou facilidade para surgimento de riscos no painel, tornando o uso de película uma precaução importante.
Para fotografar, o celular conta com câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP, além de sensor frontal de 12 MP. Nas avaliações, a câmera principal apresentou boa definição e reprodução de cores durante o dia, enquanto o modo noturno conseguiu controlar ruídos e equilibrar as imagens. A lente macro também teve desempenho positivo, mas a ultrawide mostrou resultados mais modestos, especialmente em detalhes e qualidade geral.
O desempenho fica por conta do Exynos 1480, acompanhado de 6 GB de RAM na versão de 128 GB. O armazenamento interno não pode ser ampliado por cartão microSD, então é importante considerar o espaço disponível para fotos, vídeos e apps No teste do TechTudo com a versão de 8 GB de RAM e 256 GB, o aparelho apresentou boa fluidez na rotina e conseguiu manter diversos aplicativos abertos, mas mostrou aquecimento durante partidas de jogos mais pesados. Para o uso cotidiano, a experiência tende a ser mais tranquila, especialmente em navegação e streaming.
O Galaxy A37 vale a pena por apresentar uma ficha técnica equilibrada para a categoria intermediária, com boas câmeras, desempenho competente, tela de qualidade e autonomia de bateria suficiente para um dia comum, além de uma boa perspectiva de atualizações.
— Julia Rabaça, da Redação
A bateria de 5.000 mAh entrega autonomia suficiente para um dia de uso comum, enquanto o carregamento suporta até 45 W. Nos testes, o aparelho terminou um dia de trabalho com 37% de carga, mesmo após música, internet, redes sociais e streaming. A recarga, entretanto, é um ponto menos interessante: com o carregador de 15 W fornecido na caixa, foram necessários 48 minutos para chegar a 45% e 1h58min para completar a carga.
O modelo roda Android 16 com One UI 8.5 e tem promessa de seis anos de atualizações de sistema, o que favorece a longevidade. A interface da Samsung oferece recursos de inteligência artificial para edição de imagens e ferramentas como transcrição por voz, além de uma experiência bastante personalizável.
Em conectividade, há 4G, 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC, além de suporte a dual chip e eSIM. O áudio fica por conta de alto-falantes estéreo, mas não há entrada para fones de 3,5 mm. O conjunto também inclui recursos de segurança, como leitor de digitais sob a tela e reconhecimento facial.
Nos testes do GSMArena, o Galaxy A37 alcançou quase 14 horas no Active Use Score e apresentou autonomia superior à geração anterior, embora sem se destacar de forma excepcional. O laboratório também registrou cerca de 1h12min para uma carga completa com 45 W, enquanto o desempenho foi considerado adequado para a categoria, mas atrás de alguns concorrentes diretos. O Samsung Galaxy A37 (128 GB) está disponível a partir de R$ 1.609 no Mercado Livre.
- Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz com alto brilho; câmera principal com OIS e bons resultados durante o dia; seis anos de atualizações
- Contras: carregador de 15 W na caixa; desempenho pode aquecer em jogos pesados; estrutura em plástico e tela suscetível a riscos
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Lançado no Brasil em abril de 2026, o Samsung Galaxy A57 tem 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, sem entrada para cartão de memória, além do processador Exynos 1680 de 4 nm. Em nossos testes, o celular apresentou bom desempenho em tarefas do dia a dia e jogos, sem travamentos ou engasgos, embora tenha registrado leves aquecimentos em atividades mais exigentes.
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Na parte visual, o Galaxy A57 traz tela Super AMOLED+ de 6,7 polegadas, resolução FHD+ de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. A combinação entrega navegação fluida, boa definição e cores vibrantes, enquanto o brilho de até 1.900 nits ajuda na visualização em ambientes externos. Durante a avaliação, a tela também se mostrou confortável para assistir a vídeos, navegar pelas redes sociais e jogar.
O conjunto de câmeras é formado por uma principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), uma ultrawide de 12 MP e uma macro de 5 MP. Na frente, há uma câmera de 12 MP. Em nossos testes, a câmera principal se saiu bem em fotos diurnas e noturnas, com boa nitidez e cores consistentes, enquanto o OIS ajudou a reduzir fotos tremidas. Para vídeos, o celular grava em 4K a 30 fps nas câmeras traseira e frontal.
Senti que o Galaxy A57 é bem fluido tanto em tarefas básicas quanto nas mais exigentes. Durante os testes, não percebi engasgos ou travamentos. Se há algo que me incomoda é celular que demora a responder aos comandos, e esse definitivamente não foi o caso do A57.
— William Guido, da Redação
A bateria de 5.000 mAh oferece autonomia suficiente para um dia inteiro em uso moderado e chegou a dois dias em nossa avaliação com redes sociais, vídeos e músicas. Em atividades mais pesadas, como jogos, a duração diminui. A recarga é compatível com até 45 W, mas o carregador que acompanha o aparelho tem apenas 15 W. Durante os testes, foram necessários cerca de 1h45 para chegar aos 100%, algo que pode incomodar quem costuma deixar o celular pouco tempo na tomada.
O Galaxy A57 roda Android 16 com a interface One UI 8.5, que mantém a experiência organizada e personalizável. A Samsung promete seis grandes atualizações do sistema, com suporte previsto até 2032, além de recursos de inteligência artificial como Apagador de Objetos, Melhor Rosto, sugestões de edição e Transcrição de Voz. O aparelho também oferece 5G, 4G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0, NFC e USB-C 2.0, além de suporte a dois chips ou à combinação de Nano-SIM e eSIM. A segurança fica por conta do leitor de digitais sob a tela.
Com 161,5 x 76,8 x 6,9 mm e 179 g, o Galaxy A57 tem corpo fino e leve, o que contribui para a ergonomia. A construção combina Gorilla Glass Victus+ e estrutura de metal, com certificação IP68 contra água e poeira. O GSMArena também destaca a construção refinada, a tela e o conjunto de câmeras, mas aponta limitações como a ausência de carregamento sem fio. O Samsung Galaxy A57 (128 GB) está disponível a partir de R$ 1.739 na Shopee.
- Prós: tela Super AMOLED+ de 120 Hz; câmeras principal e frontal de boa qualidade; construção fina e resistente; seis anos de atualizações
- Contras: carregador de apenas 15 W na caixa; não possui entrada para cartão de memória; câmera macro pouco útil
Estreando no Brasil em janeiro de 2026, o Xiaomi Redmi Note 15 Pro é considerado um intermediário focado em autonomia, tela e resistência. A versão de 256 GB combina 8 GB de RAM com o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra de 4 nm, sem entrada para cartão de memória. Em nossos testes, o aparelho apresentou bom desempenho nas tarefas do dia a dia, mas mostrou limitações em jogos mais exigentes.
A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem resolução de 2772 x 1280 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O painel entrega boa definição, cores vivas e brilho de até 3.200 nits, características que favoreceram a visualização de vídeos, redes sociais e jogos durante a avaliação. O recurso Toque Úmido 2.0 também funcionou bem com a tela molhada, embora ainda fosse necessário tocar nos elementos com mais precisão. O conjunto de áudio traz alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, que mantiveram boa qualidade mesmo em volumes elevados.
Quando o assunto é fotografia, o Redmi Note 15 Pro conta com câmera principal de 200 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), ultrawide de 8 MP e câmera frontal de 20 MP. Em nossos testes, a principal produziu fotos nítidas, com boas cores e preservação de detalhes em diferentes condições de iluminação. A ultrawide também cumpriu bem a proposta de ampliar o campo de visão, embora perca definição em situações mais difíceis.
O Redmi Note 15 Pro vale a pena para quem prioriza bateria de longa duração, tela grande e boas câmeras, mas não faz questão de desempenho máximo em jogos.
— Filipe Salles, para o TechTudo
A bateria de 6.580 mAh é um dos principais atrativos do modelo. Durante os nossos testes, o celular ultrapassou 48 horas de uso mais leve e, em um cenário de utilização moderada a intensa, chegou a cerca de seis horas de uso antes de consumir 75% da carga. O carregamento de 45 W levou aproximadamente 1h18 para completar a bateria, e o aparelho ainda oferece carregamento reverso de 22,5 W para outros dispositivos.
O Redmi Note 15 Pro roda Xiaomi HyperOS, com atualização disponível para a versão baseada no Android 16. A interface é simples e traz recursos de inteligência artificial para edição de imagens, além de ferramentas como Gemini Google. Em nossa avaliação, o aplicativo de câmera se mostrou fácil de navegar, mas a experiência do sistema foi prejudicada pela quantidade de sugestões para instalação de aplicativos. O aparelho também oferece 5G, 4G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, NFC, GPS e USB-C, além de suporte a dois chips ou Nano-SIM e eSIM.
Com 163,6 x 78,1 x 8 mm e 210 g, o celular tem construção em plástico e pode pesar um pouco mais em usos prolongados com uma mão. Por outro lado, traz Gorilla Glass Victus 2 na tela e certificações de resistência à água e poeira, além de proteção contra quedas, esmagamento e entortamento. O GSMArena também destaca a tela, a autonomia e a resistência do aparelho, enquanto aponta o desempenho apenas mediano e algumas limitações nas câmeras como pontos de atenção. O Xiaomi Redmi Note 15 Pro (256 GB) está disponível a partir de R$ 1.926 na Amazon.
- Prós: bateria de longa duração; tela AMOLED grande e brilhante; câmera principal de boa qualidade; alta resistência
- Contras: desempenho limitado em jogos mais exigentes; aparelho pesado; interface com muitas sugestões de aplicativos
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Com foco em fotografia e uma proposta mais premium, o Xiaomi 17T chegou ao Brasil em junho de 2026 como o atual topo de linha da marca no país. A versão de 512 GB combina 12 GB de RAM com o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra de 4 nm, sem entrada para cartão de memória. Em nossos testes, o aparelho apresentou bom desempenho em multitarefas e jogos, mas teve travamentos pontuais em alguns aplicativos.
Review Xiaomi 17T
A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução de 2.756 x 1.268 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O painel entrega bom contraste, cores vivas e brilho de até 3.500 nits, características que favoreceram a visualização de conteúdos mesmo sob luz intensa. O aparelho também conta com alto-falantes estéreo, Dolby Atmos e Hi-Res, que ofereceram volume satisfatório e áudio limpo durante a avaliação.
Quando o assunto é fotografia, o Xiaomi 17T conta com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e telefoto periscópica de 50 MP, todas cocriadas com a Leica, além de uma câmera frontal de 32 MP. Em nossos testes, a principal entregou boa nitidez e equilíbrio em diferentes condições de iluminação, enquanto a telefoto se destacou pelo zoom óptico de até 10x e pela estabilização óptica. A câmera frontal, por outro lado, apresentou exposição baixa e excesso de suavização em algumas selfies.
O 17T tem uma proposta própria e pode fazer sentido para quem prioriza fotografia, autonomia de bateria e a praticidade de um celular mais compacto.
— Julia Rabaça
A bateria de 6.500 mAh é outro destaque do modelo. Durante os nossos testes, o celular chegou ao fim de um dia intenso com cerca de 30% de carga e alcançou aproximadamente um dia e meio de autonomia em uma rotina comum, podendo chegar a dois dias com uso mais leve. O carregamento de 67 W levou 1h14 para completar a bateria, e o aparelho ainda oferece carregamento reverso de 22,5 W.
O Xiaomi 17T roda Android 16 com a interface HyperOS 3, que oferece bastante possibilidade de personalização e recursos de inteligência artificial para edição de fotos. Em nossa avaliação, ferramentas como o Apagador de Objetos funcionaram bem, enquanto a HyperIsland se mostrou prática para lidar com notificações. O aparelho também oferece 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e NFC, além de suporte a dois chips. A Xiaomi promete quatro anos de atualizações do sistema e seis anos de atualizações de segurança.
Com 157,6 x 75,2 x 8,17 mm e 200 g, o celular tem construção em plástico com traseira em fibra de vidro e proteção Gorilla Glass 7i na tela. O tamanho mais compacto favoreceu o uso com uma mão durante os testes, enquanto a certificação IP68 oferece resistência à água e poeira. O GSMArena também destaca a tela, a autonomia e principalmente a câmera telefoto do modelo. Na faixa de preço atual, o conjunto se torna mais competitivo, e o Xiaomi 17T (512 GB) está disponível a partir de R$ 3.671 na Shopee.
- Prós: câmeras Leica de boa qualidade; zoom óptico de 10x; tela AMOLED de 120 Hz; bateria de longa duração; 512 GB de armazenamento; proteção IP68
- Contras: travamentos pontuais; aquecimento em jogos; câmera frontal inferior às traseiras; carregamento poderia ser mais rápido; moldura de plástico
Por que confiar nas listas do Qual Comprar?
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Critérios de avaliação
Selecionamos os produtos das nossas listas a partir de critérios como reviews do TechTudo, notas nas lojas e comentários dos usuários.
Ficha técnica
Sempre trazemos uma breve ficha técnica dos produtos com suas especificações. Tudo para ajudar você a decidir qual produto comprar.
Públicos indicados
É importante saber para qual tipo de usuário cada produto é indicado e, sempre que possível, vamos incluir esta informação no texto.
Variedade de itens
Nossas listas trazem produtos diversos para que você consiga compará-los e descobrir qual é a opção mais adequada às suas necessidades.
O Motorola Signature chegou ao Brasil em março de 2026 como a primeira aposta da fabricante no segmento de smartphones ultrapremium. O modelo chama atenção pelo conjunto de câmeras de 50 MP e pelo corpo ultrafino, com apenas 6,99 mm de espessura, uma combinação que busca equilibrar fotografia avançada, desempenho e um design mais sofisticado.
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Em nossos testes, a tela foi um dos pontos que mais se destacaram. O painel Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução Super HD de 2.780 x 1.264 pixels, tecnologia LTPO e taxa de atualização de até 165 Hz em jogos. O display ainda oferece suporte a Dolby Vision e HDR10+, além de brilho máximo de até 6.200 nits e certificações Pantone para reprodução de cores e tons de pele.
As câmeras são o grande destaque do aparelho. Na traseira, há três sensores de 50 MP, sendo um principal com abertura f/1.6, um ultrawide e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x. A câmera frontal também tem 50 MP. Durante a nossa avaliação, o conjunto entregou fotos nítidas, com bom alcance dinâmico, cores equilibradas e estabilidade, mesmo em situações mais difíceis.
O Motorola Signature é, sem exagero, o melhor celular que a Motorola já produziu. A marca conseguiu reunir praticamente tudo o que se espera de um smartphone premium em 2026: design sofisticado, construção resistente, tela de alta qualidade, bateria competente, suporte generoso e um conjunto de câmeras que finalmente coloca a fabricante entre os melhores do mercado.
— Ana Letícia Loubak e Jorge Lucas Bernardes, para o TechTudo
O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Gen 5, acompanhado de 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. Na prática, a configuração oferece bastante folga para multitarefas, aplicativos pesados e jogos. Em nossos testes, porém, o aquecimento apareceu como um ponto de atenção em atividades mais exigentes, especialmente pela construção muito fina do aparelho, que limita o espaço disponível para dissipação de calor. Não há entrada para cartão microSD.
A bateria de 5.200 mAh utiliza tecnologia de silício-carbono e consegue acompanhar bem a proposta premium do smartphone. A autonomia foi suficiente para um dia de uso intenso e pode chegar a dois dias em uma rotina mais moderada. O carregamento de 90 W também merece destaque: usando o carregador de 125 W que acompanha o aparelho, foram necessários cerca de 20 minutos para atingir 50% e 50 minutos para completar a carga. O modelo ainda oferece carregamento sem fio de até 50 W.
De fábrica, o Signature roda Android 16 com a interface Hello UI, que mantém uma experiência próxima do Android puro e traz recursos como Moto AI, Gemini Google, Circule para Pesquisar e Smart Connect. A Motorola promete sete anos de atualizações do sistema e de segurança. Em conectividade, o aparelho oferece 4G, 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC, além de suporte a dois chips. A segurança fica por conta do leitor de impressão digital e de recursos de desbloqueio facial.
O acabamento combina moldura de alumínio com traseira texturizada, enquanto as certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H reforçam a proteção contra água, poeira e condições adversas. Com 186 g e dimensões de 162,1 x 76,4 mm, o Signature consegue ser relativamente leve para um celular de 6,8 polegadas, embora o tamanho possa incomodar quem prefere aparelhos compactos. O GSMArena também aponta a construção, a tela, o áudio e as câmeras como destaques, com ressalvas para o aquecimento sob carga prolongada. O Motorola Signature (512 GB) está disponível a partir de R$ 4.859 no Mercado Livre.
- Prós: design fino e resistente; câmeras versáteis de 50 MP; tela AMOLED de alta qualidade; carregamento muito rápido; sete anos de atualizações; 512 GB de armazenamento
- Contras: aquece em tarefas exigentes; vídeos podem apresentar pequenas quebras de fluidez; sem cartão microSD; recursos de IA menos completos que os de alguns concorrentes
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O iPhone 17 chegou ao Brasil em setembro de 2025 com mudanças que aproximam o modelo básico da experiência dos aparelhos Pro. A geração ganhou recursos que antes ficavam mais restritos às versões avançadas da Apple, além de uma configuração inicial de armazenamento mais ampla.
iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple
Em nossos testes, a tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas foi um dos principais destaques. A resolução de 2622 x 1206 pixels entrega boa nitidez, contraste e definição de cores, enquanto o pico de brilho de 3.000 nits favorece a visualização em ambientes externos. A tecnologia ProMotion com 120 Hz deixou a navegação mais fluida, e o tamanho do aparelho também ajudou no uso com uma mão.
Durante a avaliação, o conjunto de câmeras também apresentou bons resultados. A lente principal de 48 MP com abertura de f/1.6 produziu imagens nítidas e com cores naturais, enquanto o Modo Noite ajudou a controlar ruídos em cenas com alguma iluminação. A ultrawide de 48 MP f/2.2 manteve boa definição e apresentou poucas distorções nas bordas. Já a câmera frontal de 18 MP f/1.9 trouxe selfies detalhadas e com boa reprodução de cores.
Na prática, o chip A19, fabricado em 3 nm, com 8 GB de RAM, apresentou boa velocidade para multitarefas, navegação e aplicativos. Não foram percebidos travamentos, mesmo com várias abas abertas, embora o aparelho tenha apresentado aquecimento em tarefas mais exigentes e prolongadas, especialmente durante a reprodução contínua de vídeos. A temperatura, porém, voltou ao normal após alguns minutos de uso mais leve. O armazenamento interno desta versão é de 256 GB, enquanto a linha também conta com uma opção de 512 GB.
Depois de um bom tempo de testes, considero que o iPhone 17 entrega uma evolução relevante em relação aos modelos básicos da Apple, principalmente pelo upgrade para a tela ProMotion de 120 Hz e pela câmera frontal de 18 MP.
— Brenda Santos, para o TechTudo
Em nossos testes de autonomia, dias com cerca de sete horas de tela ligada, entre redes sociais, vídeos, mensagens, jogos e captura de fotos e vídeos, exigiram uma recarga antes do fim do dia. Já em uma rotina moderada, com quatro a cinco horas de tela, foi possível chegar à noite com alguma carga restante. Usando uma fonte de 20 W, foram necessários cerca de 35 minutos para ir de 0% a 50% e aproximadamente 1h02 para passar de 15% a 100%. O carregador não acompanha o produto.
O iPhone 17 roda iOS 26 e conta com Apple Intelligence, incluindo Tradução ao Vivo, Inteligência Visual e ferramentas de edição de imagens. Durante a avaliação, a Tradução ao Vivo se mostrou útil para conversas e conteúdos em outros idiomas, enquanto o apagador de objetos apresentou resultados menos consistentes em imagens complexas. O aparelho também oferece 4G, 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, NFC e USB-C, além de suporte a eSIM. O Face ID fica responsável pela autenticação e pelo desbloqueio.
A construção combina estrutura de alumínio, traseira com acabamento fosco e proteção Ceramic Shield 2 na parte frontal. Com 177 g e 7,95 mm de espessura, o celular se mostrou confortável durante o uso prolongado. A certificação IP68 acrescenta proteção contra poeira e água, e os testes realizados em situações de chuva não apontaram problemas de funcionamento. O GSMArena também ressalta o equilíbrio entre tela, câmeras, autonomia e armazenamento. O iPhone 17 (256 GB) está disponível a partir de R$ 5.561 na Shopee.
- Prós: tela OLED com 120 Hz; câmeras principal e ultrawide competentes; câmera frontal de 18 MP; desempenho rápido; boa autonomia em uso moderado; construção confortável; IP68; Wi-Fi 7 e eSIM
- Contras: não tem câmera teleobjetiva dedicada; pode aquecer em uso intenso prolongado; carregador não acompanha o aparelho; USB-C limitado a velocidades USB 2.0
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Se a ideia é ter um celular que ainda entregue uma experiência de ponta sem necessariamente partir para a geração mais recente, o iPhone 16 Pro continua chamando atenção. Lançado em setembro de 2024, o modelo combina acabamento sofisticado, câmeras versáteis e hardware preparado para tarefas exigentes, mantendo uma proposta premium mesmo após a chegada de aparelhos mais novos.
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Em nossos testes, a tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas entregou uma experiência de alto nível para navegação e consumo de conteúdo. A resolução de 1206 x 2622 pixels proporciona boa definição, enquanto o pico de brilho de 2.000 nits facilita a visualização sob luz direta. A taxa de atualização de 120 Hz deixou as animações e a navegação mais fluidas. No áudio, os alto-falantes apresentaram volume alto, boa separação entre graves e agudos e pouca distorção, mesmo próximos do máximo.
Durante a avaliação, as câmeras foram um dos pontos que mais chamaram atenção. O conjunto traseiro é formado por uma principal de 48 MP f/1.8, uma ultrawide de 48 MP f/2.2 e uma teleobjetiva de 12 MP f/2.8 com zoom óptico de 5x, enquanto a frontal tem 12 MP f/1.9. O zoom se mostrou especialmente útil em eventos e shows, mantendo boa nitidez mesmo a grandes distâncias.
Depois de alguns meses usando o iPhone 16 Pro como meu smartphone principal, posso dizer que ele vale a pena e entrega exatamente o que promete. A combinação de desempenho, câmeras, tela e bateria faz dele um dos smartphones mais completos disponíveis atualmente.
— Francisco Paulo, para o TechTudo
Na prática, o chip A18 Pro e os 8 GB de RAM estimados deram conta de tarefas pesadas, como edição de conteúdo, redes sociais, navegação simultânea e jogos exigentes. Durante nossos testes, não foram observados travamentos, mesmo com vários aplicativos em uso. O armazenamento desta versão é de 128 GB, enquanto o aparelho também foi comercializado em capacidades maiores. O ponto de atenção ficou para o gerenciamento térmico, já que o celular pode esquentar bastante sob carga elevada.
A bateria também apresentou bom comportamento no uso cotidiano. Em uma rotina com cerca de seis horas de tela envolvendo redes sociais, navegação, músicas e uso da câmera, foi possível terminar o dia com aproximadamente 15% a 20% de carga. Em cenários mais pesados, com jogos, gravações prolongadas e edição de vídeos, a autonomia ficou em torno de oito a dez horas. O carregamento por cabo chega a 30 W e há compatibilidade com MagSafe.
O sistema saiu de fábrica com iOS 18 e atualmente pode ser atualizado para o iOS 26.5. O aparelho também conta com Apple Intelligence, com recursos para criação e edição de textos, organização de notificações e edição de imagens. Nos testes, porém, algumas ferramentas de inteligência artificial apresentaram resultados inconsistentes. A conectividade inclui 4G LTE, 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC, enquanto o Face ID cuida da autenticação e do desbloqueio.
O acabamento em titânio contribui para a construção premium do aparelho. Com 149,6 x 71,5 x 8,3 mm e 199 g, o modelo apresentou uma pegada confortável durante o uso, e o botão de Ação permite configurar atalhos, como o acesso rápido à câmera. A certificação IP68 acrescenta proteção contra poeira e água, e o aparelho resistiu bem ao uso em situações de chuva durante a avaliação. O GSMArena também destaca o conjunto de câmeras, a construção e a autonomia do modelo. Para quem procura o aparelho atualmente, o iPhone 16 Pro (128 GB) está disponível a partir de R$ 7.370 no Mercado Livre.
- Prós: tela de alta qualidade; câmeras versáteis; desempenho potente; boa autonomia; construção premium; proteção IP68; Face ID; compatibilidade com MagSafe
- Contras: carregamento mais lento que o de alguns concorrentes; aquecimento em tarefas pesadas; recursos de inteligência artificial com algumas limitações; ultrawide perde definição em baixa luz
GRAVAÇÃO EM 4K
iPhone 16 Pro (128 GB)
8. Samsung Galaxy S26 Ultra (512 GB) – a partir de R$ 8.596
O Samsung Galaxy S26 Ultra chegou ao Brasil em março de 2026 como o novo topo de linha da marca. O modelo traz mudanças no design e novos recursos de software, além de manter a proposta de oferecer uma experiência completa para quem procura um smartphone premium.
TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena?
A tela é um dos principais destaques do aparelho. O painel Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas tem resolução QHD+ e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, com brilho máximo de 2.600 nits. Em nossos testes, a visualização permaneceu excelente mesmo sob luz forte. O recurso Privacy Display também merece atenção, já que permite limitar a visão lateral da tela e pode ser configurado para proteger conteúdos específicos.
O conjunto de câmeras reúne quatro sensores traseiros, com destaque para a principal de 200 MP e duas teleobjetivas que oferecem zoom óptico de 3x e 5x. Durante a avaliação, o celular entregou fotos detalhadas, boa faixa dinâmica e cores equilibradas, além de resultados consistentes em ambientes com pouca luz. A câmera ultrawide também apresentou bom desempenho, enquanto a teleobjetiva de menor resolução mostrou resultados menos consistentes, principalmente à noite. Para vídeos, há recursos avançados como gravação em 8K, estabilização e suporte a diferentes formatos.
O desempenho é, como esperado, excelente. Durante os testes, o aparelho rodou todos os aplicativos com extrema fluidez e sem travamentos perceptíveis.
— Ana Letícia Loubak, da Redação
No desempenho, o Galaxy S26 Ultra conta com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e opções de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento. Na prática, o aparelho lidou bem com multitarefa, edição de vídeos em 4K e jogos, sem apresentar travamentos durante nossos testes. O aquecimento aparece principalmente em tarefas mais pesadas e prolongadas, mas não comprometeu o uso cotidiano.
A bateria de 5.000 mAh consegue acompanhar uma rotina de uso moderado a intenso. Em nossos testes, o aparelho chegou ao fim do dia com cerca de 20% de carga após aproximadamente 6 horas e meia de tela. O carregamento de 60 W também representa uma evolução: foram cerca de 19 minutos para chegar a 55% e aproximadamente uma hora para completar a carga.
O celular sai de fábrica com Android 16 e One UI 8.5, interface que mantém um alto nível de personalização e reúne recursos do Galaxy AI, como edição inteligente de fotos, transcrição, assistência em chamadas e ferramentas de produtividade. A S Pen continua incluída e pode ser armazenada no próprio aparelho. A conectividade inclui 4G, 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e UWB, com suporte a Dual SIM e eSIM. O leitor de impressão digital fica responsável pela biometria, enquanto a Samsung promete atualizações de segurança por vários anos.
Na construção, o aparelho utiliza Armor Aluminum, Gorilla Armor 2 na parte frontal e Gorilla Glass Victus 2 na traseira, além de proteção IP68 contra água e poeira. Apesar do tamanho, a mudança para bordas mais arredondadas deixou a pegada mais confortável durante a avaliação, embora o formato ainda possa dificultar o uso com uma mão. O GSMArena também destaca o conjunto equilibrado do modelo, especialmente pela tela, autonomia, S Pen e recursos de software. Com a redução em relação ao preço de lançamento, o Galaxy S26 Ultra (512 GB) pode ser encontrado por R$ 8.596 na Amazon.
- Prós: tela de alta qualidade com modo de privacidade; câmeras versáteis; desempenho potente; carregamento mais rápido; boa autonomia; S Pen inclusa
- Contras: teleobjetiva de 10 MP entrega resultados inferiores às demais câmeras; pode aquecer sob carga prolongada; bateria mantém capacidade de 5.000 mAh
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Fonte: Tech Tudo