PUBLICIDADE

‘Ladrão de galinhas’ misterioso encanta morador em Santa Catarina

Um gato-maracajá (Leopardus wiedii), felino silvestre típico da Mata Atlântica, foi capturado no interior de Orleans, no Sul de Santa Catarina, após ser apontado como responsável por ataques frequentes a galinhas de uma propriedade rural. A ocorrência foi divulgada nesta terça-feira (12). Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo […]


Um gato-maracajá (Leopardus wiedii), felino silvestre típico da Mata Atlântica, foi capturado no interior de Orleans, no Sul de Santa Catarina, após ser apontado como responsável por ataques frequentes a galinhas de uma propriedade rural. A ocorrência foi divulgada nesta terça-feira (12).


Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo

Segundo o biólogo do Centro de Pesquisa e Triagem de Animais Silvestres (Ceptas) da Unisul, Rodrigo Ávila Mendonça, o morador percebeu que as aves estavam sendo atacadas constantemente, mas não conseguia identificar qual animal estava causando os prejuízos. Diante da situação, ele instalou uma armadilha, que acabou capturando o felino.

“O atendimento começou após um pedido de apoio feito pelo comandante da Polícia Militar Ambiental de Laguna”, explicou o biólogo.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar Ambiental (PMA), profissionais do Ceptas e o médico veterinário Victor Elias.

Conforme Mendonça, a primeira preocupação das equipes foi verificar as condições de segurança do animal dentro da armadilha. Em seguida, o veterinário iniciou o protocolo anestésico para que o gato-maracajá pudesse ser retirado sem riscos.

Após a captura, o felino passou por avaliação clínica e, na sequência, foi solto em uma área considerada adequada e segura para a espécie.

Apesar de chamar atenção, a presença do gato-maracajá na região é considerada comum, já que o animal faz parte da fauna típica das florestas da Mata Atlântica no Sul Catarinense. No entanto, o biólogo alerta que a redução do habitat natural vem aumentando o contato entre animais silvestres e áreas ocupadas pelo homem.

“Com menos espaço na natureza e dificuldade para encontrar alimento, esses animais acabam se aproximando de propriedades rurais e buscando alternativas, como aves domésticas”, destacou Mendonça.



Fonte: Jornal Razão

Leia mais

PUBLICIDADE