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iPhone 16 ainda vale a pena em 2026? Veja vantagens e desvantagens

Lançado em setembro de 2024 por R$ 7.799, o iPhone 16 pode ser encontrado por cerca de R$ 4.898 na Amazon em 2026. A queda de quase R$ 2,9 mil torna o modelo mais atraente para quem deseja entrar no ecossistema da Apple sem pagar o preço dos aparelhos mais recentes. Mesmo fora da geração […]




Lançado em setembro de 2024 por R$ 7.799, o iPhone 16 pode ser encontrado por cerca de R$ 4.898 na Amazon em 2026. A queda de quase R$ 2,9 mil torna o modelo mais atraente para quem deseja entrar no ecossistema da Apple sem pagar o preço dos aparelhos mais recentes. Mesmo fora da geração atual, o celular ainda reúne chip A18, suporte à Apple Intelligence, câmera principal de 48 megapixels (MP) e certificação IP68 contra água e poeira.
Parte da ficha técnica, porém, já mostra sinais da idade. A tela OLED de 6,1 polegadas continua limitada a 60 Hz, o conjunto fotográfico não oferece uma câmera teleobjetiva dedicada e a bateria tem capacidade estimada de 3.561 mAh, abaixo da encontrada em muitos concorrentes Android. Além disso, a proximidade do próximo ciclo de lançamentos da Apple pode provocar novas quedas de preço, embora o iPhone 18 convencional possa chegar depois das versões Pro. Nas linhas a seguir, o TechTudo lista as principais vantagens e desvantagens de comprar o iPhone 16 em 2026.
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Ana Letícia Loubak/TechTudo
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iPhone 16 ainda vale a pena em 2026? Veja vantagens e desvantagens
O TechTudo reuniu seis pontos para ajudar a decidir se o iPhone 16 ainda é uma boa compra em 2026 ou se vale esperar pelos próximos lançamentos da Apple. Confira os tópicos abordados nesta análise:
Preço menor melhora o custo-benefício
Chip A18 ainda entrega desempenho competitivo
Suporte prolongado mantém o aparelho atualizado
Bateria perde espaço para concorrentes Android
Câmeras são boas, mas não têm teleobjetiva
Tela de 60 Hz ficou atrás da geração mais recente
Vantagens
Preço menor melhora o custo-benefício
O preço é um dos principais argumentos a favor do iPhone 16 em 2026. Lançado no Brasil por R$ 7.799 na versão de 128 GB, o celular pode ser encontrado por R$ 4.898 na Amazon. A diferença de quase R$ 2.900 torna o modelo mais acessível para quem deseja entrar no ecossistema da Apple sem investir nos aparelhos mais recentes.
Mesmo não sendo barato, o iPhone 16 ainda oferece recursos de categoria premium, como o chip A18, a câmera principal de 48 megapixels (MP), o Botão de Ação, o Controle da Câmera, a proteção IP68 e a compatibilidade com a Apple Intelligence. O aparelho também traz 128 GB de armazenamento na configuração básica, quantidade suficiente para usuários que mantêm fotos e vídeos na nuvem, mas que pode ficar limitada para quem grava muitos conteúdos em alta resolução.
iPhone 16 combina chip A18, câmera principal de 48 MP e suporte à Apple Intelligence
Divulgação/Apple
A proximidade do próximo ciclo de lançamentos da Apple também pode abrir espaço para novas promoções. No entanto, rumores indicam que a linha iPhone 18 pode ser lançada de forma escalonada, com os modelos Pro chegando primeiro e o iPhone 18 convencional sendo apresentado apenas posteriormente. Portanto, esperar até setembro não garante acesso imediato ao sucessor direto do iPhone 17.
Chip A18 ainda entrega desempenho competitivo
O desempenho continua sendo um dos principais pontos positivos do iPhone 16 em 2026. O celular utiliza o chip A18, fabricado em processo de 3 nanômetros, com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. O conjunto foi desenvolvido para tarefas cotidianas, jogos mais exigentes, edição de fotos e vídeos e recursos de inteligência artificial.
Nos testes da PCMag, o aparelho marcou 3.267 pontos no teste de núcleo único e 8.004 pontos no teste de múltiplos núcleos do Geekbench 6. O portal também destacou a rapidez para abrir aplicativos, alternar entre tarefas e executar jogos pesados, sem diferença perceptível para o iPhone 16 Pro Max em atividades comuns.
O TechRadar chegou a uma conclusão semelhante. Durante os testes, o iPhone 16 manteve bom desempenho em navegação, chamadas de vídeo, edição de conteúdo e jogos, além de não apresentar lentidão durante o uso cotidiano. O processador também oferece suporte à Apple Intelligence, o que ajuda a preservar a relevância do aparelho diante dos recursos de IA adicionados ao iOS.
Suporte prolongado mantém o aparelho atualizado
O período prolongado de atualizações é outra vantagem do iPhone 16 em 2026. A Apple não estabelece publicamente um número fixo de anos de suporte para cada aparelho, mas costuma manter seus celulares compatíveis com novas versões do iOS por bastante tempo. A PCMag estima que o modelo receba pelo menos cinco anos de atualizações do sistema operacional e de segurança.
Como o aparelho foi lançado em setembro de 2024, a expectativa é que ele continue recebendo novidades até o fim da década, embora o prazo exato dependa das decisões futuras da fabricante. O chip A18 e os 8 GB de memória RAM também ajudam nesse cenário, pois oferecem capacidade suficiente para executar versões mais recentes do sistema.
Atualizações do iOS ajudam a manter o iPhone 16 protegido e compatível com novos recursos por vários anos
Divulgação/Apple
Isso significa que o iPhone 16 não deve ficar obsoleto em pouco tempo. Além de correções de segurança, as atualizações podem trazer novos recursos para aplicativos nativos, melhorias de privacidade e mudanças na interface. A compatibilidade com a Apple Intelligence também aumenta as chances de o modelo continuar incluído nos principais avanços de software da empresa.
Ainda assim, o suporte não deve ser tratado como uma garantia oficial de sete anos. Google e Samsung divulgam períodos definidos para alguns celulares premium, enquanto a Apple mantém uma política baseada no histórico de cada geração. Mesmo com essa diferença, o iPhone 16 permanece uma opção adequada para quem pretende usar o mesmo aparelho por vários anos.
Desvantagens
Bateria perde espaço para concorrentes Android
A bateria é um dos pontos que mais exigem atenção no iPhone 16. Como de costume, a Apple não informa oficialmente a capacidade do componente em miliampère-hora (mAh), mas estimativas divulgadas por fontes especializadas apontam cerca de 3.561 mAh. O número fica abaixo dos 5.000 mAh ou mais encontrados em muitos celulares Android da mesma faixa de preço.
A capacidade menor, porém, não significa necessariamente autonomia ruim. No teste da PCMag, que reproduziu vídeos em alta definição por Wi-Fi com o brilho no máximo, o iPhone 16 permaneceu ligado por 17 horas e 47 minutos. O resultado superou o Galaxy S24 e o Pixel 9 avaliados no mesmo protocolo, o que mostra que a eficiência do chip A18 e do iOS ajuda a compensar o tamanho reduzido da bateria.
iPhone 16 tem entrada USB-C
Ana Letícia Loubak/TechTudo
Em uma avaliação diferente, o TechRadar registrou 12 horas e 43 minutos em seu teste de descarga. Durante o uso cotidiano, o portal conseguiu atravessar um dia completo, mas precisou recarregar o aparelho após cerca de oito horas em uma situação mais intensa, com muitas fotos e gravações de vídeo. Dessa forma, jogos, câmera, conexão 5G e brilho elevado podem exigir uma recarga antes do fim do dia.
Câmeras são boas, mas não têm teleobjetiva
O iPhone 16 traz um conjunto traseiro formado por uma câmera principal de 48 megapixels (MP), com abertura f/1.6 e estabilização óptica por deslocamento do sensor, e uma ultrawide de 12 MP, com campo de visão de 120 graus. O aparelho também grava vídeos em 4K com Dolby Vision e permite fotografar objetos de perto pelo modo macro da câmera ultrawide.
Nos testes do DXOMARK, o celular apresentou bons resultados de exposição, contraste, reprodução de tons de pele, foco automático e estabilização de vídeo. O portal também destacou o nível de detalhes em cenas bem iluminadas e em ambientes internos, embora tenha observado ruído nas sombras e perda de definição em situações de pouca luz.
Conjunto traseiro do iPhone 16 reúne câmera principal de 48 MP e ultrawide de 12 MP, mas não traz teleobjetiva dedicada
Reprodução/Apple
A principal limitação está na ausência de uma câmera teleobjetiva dedicada. O iPhone 16 oferece aproximação de 2x com qualidade óptica por meio de um recorte do sensor principal de 48 MP, mas depende do zoom digital em distâncias maiores. Segundo o DXOMARK, essa característica reduz a quantidade de detalhes e texturas em fotografias feitas com zoom de médio e longo alcance.
Para fotos do cotidiano, retratos, paisagens e vídeos destinados às redes sociais, o conjunto ainda entrega resultados competitivos. No entanto, usuários que fotografam shows, animais ou objetos distantes podem sentir falta da maior versatilidade oferecida por aparelhos com teleobjetiva dedicada. A ultrawide de 12 MP também fica atrás da câmera de 48 MP adotada pelo iPhone 17, sobretudo em definição e flexibilidade para recortes.
Tela de 60 Hz ficou atrás da geração mais recente
A tela é uma das limitações mais evidentes do iPhone 16 em 2026. O aparelho utiliza um painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, com resolução de 2.556 x 1.179 pixels, densidade de 460 pixels por polegada e brilho máximo de até 2.000 nits. O conjunto entrega boa definição, contraste elevado e visibilidade satisfatória em ambientes externos.
O problema está na taxa de atualização limitada a 60 Hz. Na prática, animações, rolagens e jogos ficam menos fluidos do que em celulares com painéis de 90 Hz ou 120 Hz. A diferença se torna mais perceptível para quem já utiliza um aparelho com tela de alta frequência, especialmente ao navegar por redes sociais ou alternar rapidamente entre aplicativos.
Tela OLED de 6,1 polegadas do iPhone 16 oferece brilho de até 2.000 nits, mas permanece limitada a 60 Hz
Divulgação/Apple
A PCMag considerou o painel bom para uso interno e externo, mas destacou que celulares Android mais baratos já oferecem taxas de atualização superiores. O portal também apontou a ausência de recursos como tela sempre ativa, disponíveis em modelos mais avançados.
A desvantagem ficou ainda mais clara após a chegada do iPhone 17, que adotou tela de 120 Hz no modelo convencional. Por isso, embora o display do iPhone 16 continue oferecendo boa qualidade de imagem, sua fluidez já não acompanha o padrão esperado para um celular vendido por quase R$ 5 mil. Para usuários sensíveis à diferença entre 60 Hz e 120 Hz, o modelo mais recente pode justificar o investimento adicional.
Com informações de TechTudo (1, 2), GSMArena, DXOMark, TechRadar, BGR, TechInDeep e PCMag
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Fonte: Tech Tudo

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