O Hospital Santa Terezinha reforçou recentemente a estrutura do seu setor de Hemodiálise com a aquisição de dois novos reprocessadores de filtros dialisadores. A incorporação desses equipamentos ao parque tecnológico da unidade visa ampliar a capacidade do serviço e elevar os padrões de segurança e eficiência nos processos realizados diariamente para pacientes renais.
Impacto no atendimento e capacidade operacional
A hemodiálise é um tratamento vital para pessoas com doença renal crônica, atuando na remoção de toxinas e excesso de líquidos que o organismo não consegue eliminar. Atualmente, a unidade atende 105 pacientes, realizando uma média de 50 sessões por dia, cada uma com duração aproximada de quatro horas.
Com a chegada dos novos equipamentos, o setor ganha maior agilidade operacional. Segundo a administração da unidade, o investimento acompanha a demanda permanente do serviço e garante que o tratamento, que ocorre em dias alternados para diferentes grupos, não sofra interrupções desnecessárias.
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Para o diretor executivo da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, Rafael Ayub, manter a estrutura atualizada é um compromisso com a qualidade. “A Hemodiálise é um serviço de continuidade. Nossos pacientes dependem desse suporte várias vezes por semana, por isso a confiabilidade tecnológica é fundamental para as equipes e para quem recebe o cuidado”, destaca.
Tecnologia e segurança no reprocessamento
Os novos reprocessadores de filtros dialisadores automatizam etapas críticas que antes exigiam maior intervenção manual. O equipamento é responsável por assegurar que o filtro, quando autorizado para reutilização pelo mesmo paciente, esteja em perfeitas condições de uso.
As principais funcionalidades da nova tecnologia incluem:
- Enxágue e limpeza: Remoção completa de resíduos do tratamento anterior.
- Testes de integridade: Verificação rigorosa das fibras para evitar falhas durante a sessão.
- Medição de volume: Monitoramento da capacidade interna do filtro para garantir eficácia terapêutica.
- Desinfecção automatizada: Aplicação padronizada de agentes sanitizantes conforme protocolos assistenciais.
Padronização e rastreabilidade
Além de aumentar a segurança biológica, os dispositivos monitoram continuamente parâmetros de pressão, vazão e vedação. Ao final de cada ciclo, o sistema emite relatórios detalhados, o que melhora significativamente a rastreabilidade dos processos.
Essa automação reduz a interferência humana e garante que cada filtro passe exatamente pelas mesmas etapas de validação. O resultado é um ambiente assistencial mais controlado, proporcionando maior tranquilidade tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes que dependem da tecnologia para manter sua qualidade de vida.
FONTE/CRÉDITOS: Comunicação FHSTE
Fonte: Quentuchas

