A operação Covil do Mamon, que mira um esquema de agiotagem e lavagem de dinheiro com mais de R$ 24 milhões movimentados, prendeu um casal em Tijucas. Antônio Cavalcante Monteiro e Karen Valentina do Nascimento Dias foram localizados e conduzidos à delegacia após o cumprimento de mandados.
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A ação foi deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas e mira duas organizações criminosas investigadas por agiotagem, extorsão, tortura e lavagem de dinheiro. O esquema tinha ramificações em Santa Catarina, na Paraíba e em Roraima, o que levou parte das prisões ao território catarinense. Veja aqui a cobertura completa da operação Covil do Mamon.

Quem é o casal preso em Tijucas
Antônio Cavalcante Monteiro e Karen Valentina do Nascimento Dias estavam entre os alvos dos mandados expedidos a partir da investigação conduzida no Amazonas. Em Tijucas, a Polícia Civil localizou o casal e o conduziu à delegacia para os procedimentos cabíveis.
Os dois são investigados no âmbito do esquema apurado pela operação. Até o momento, não há detalhes oficiais sobre a função que cada um teria dentro da estrutura criminosa, e o caso segue em apuração.
Outro casal foi preso em Porto Belo
Além do casal de Tijucas, a operação prendeu em Porto Belo um casal de policiais militares, Ricardo Maia Lima e Rayany Santos Grana Maia. É importante destacar que os dois PMs pertencem à Polícia Militar do Amazonas, e não às forças de segurança de Santa Catarina.
As espadas que chamaram atenção
Entre o material apreendido na operação chamaram atenção espadas com símbolos macabros e aparência demoníaca, descritas pela Polícia Civil como parte de um “fetiche” de um dos líderes do grupo. Não há confirmação oficial de que as armas tenham sido usadas em crimes praticados pela organização.
A investigação segue em andamento. Os materiais apreendidos devem ajudar a identificar outros envolvidos e a aprofundar a análise da rede financeira ligada às organizações criminosas.
Fonte: Jornal Razão