Os dois policiais militares presos em Porto Belo durante a operação Covil do Mamon tentavam fugir quando foram alcançados pelas forças de segurança. Os cabos Ricardo Maia Lima e Rayany Santos Grana Maia, da Polícia Militar do Amazonas, foram presos após a operação deflagrada em Manaus.
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A ação foi conduzida pela Polícia Civil do Amazonas e mira um esquema de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 24 milhões, com ramificações em Santa Catarina, na Paraíba e em Roraima. Veja aqui a cobertura completa da operação Covil do Mamon.
A tentativa de fuga
Após a deflagração da operação em Manaus, o casal tentou escapar. De acordo com as informações da ação, os dois foram localizados a partir da troca de informações entre agências de inteligência e abordados em Porto Belo, no litoral catarinense, quando estavam em um veículo. Foi nesse momento que acabaram presos.

Ambos são cabos da PM do Amazonas
Tanto Ricardo Maia Lima quanto Rayany Santos Grana Maia são cabos da Polícia Militar do Amazonas. É importante reforçar que os dois pertencem à corporação amazonense, e não às forças de segurança de Santa Catarina, estado onde foram presos por causa da ramificação do esquema investigado.
Outro casal foi preso em Tijucas
Além dos policiais, a operação prendeu em Tijucas o casal Antônio Cavalcante Monteiro e Karen Valentina do Nascimento Dias, também apontados como alvos dos mandados. Exclusivo: quem é o casal preso em Tijucas em esquema que movimentou R$ 24 milhões.
As espadas que chamaram atenção
Entre o material apreendido na operação chamaram atenção espadas com símbolos macabros e aparência demoníaca, descritas pela Polícia Civil como parte de um “fetiche” de um dos líderes do grupo. Não há confirmação oficial de que as armas tenham sido usadas em crimes praticados pela organização.
A investigação segue em andamento, e os presos foram conduzidos para os procedimentos cabíveis.
Fonte: Jornal Razão