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Criança de 2 anos com paralisia cerebral tem parada cardíaca e morre antes de voo de emergência em SC

Menina com histórico de cardiopatia deu entrada em estado grave no hospital de Seara, no Oeste de Santa Catarina; reanimação durou um longo período, mas parada cardiorrespiratória impediu transferência do Serviço Aeropolicial da Polícia Civil para Chapecó. Uma tragédia mobilizou as equipes de resgate e a saúde pública no Oeste catarinense no início da tarde […]


Menina com histórico de cardiopatia deu entrada em estado grave no hospital de Seara, no Oeste de Santa Catarina; reanimação durou um longo período, mas parada cardiorrespiratória impediu transferência do Serviço Aeropolicial da Polícia Civil para Chapecó.

Uma tragédia mobilizou as equipes de resgate e a saúde pública no Oeste catarinense no início da tarde desta quarta-feira (2). Uma criança de apenas 2 anos morreu no hospital de Seara após sofrer uma parada cardiorrespiratória durante os procedimentos de estabilização.

A gravidade da situação mobilizou a aeronave do Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil, que havia sido acionada para realizar a transferência de emergência da paciente para o Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó. A menina deu entrada na unidade hospitalar local em estado gravíssimo, apresentando uma suspeita clínica de edema agudo de pulmão.

Segundo informações fornecidas pelas equipes médicas responsáveis pelo atendimento, a criança já possuía um histórico de saúde delicado, marcado por paralisia cerebral com sequelas neurológicas e uma cardiopatia prévia. A combinação desses fatores agravou rapidamente a condição respiratória e hemodinâmica da pequena paciente.

Tentativas de reanimação

Durante a tentativa dos médicos de estabilizar os sinais vitais para viabilizar o transporte aéreo, o quadro evoluiu para uma parada cardiorrespiratória. A equipe médica do hospital, juntamente com os profissionais de resgate, iniciou imediatamente os protocolos de reanimação cardiopulmonar.

As manobras foram mantidas de forma ininterrupta por um longo período na esperança de reverter a situação, mas a criança não respondeu aos estímulos e o óbito foi confirmado ainda em Seara. Com a constatação do falecimento, a operação de transporte aeromédico para Chapecó foi cancelada.



Fonte: Jornal Razão

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