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Como afastar as crianças das telas? Especialista dá dicas e explica impactos

Para ela, a dificuldade maior está no fato de muitos pais não terem referências anteriores. “Sobre esse assunto de tecnologia, eu costumo dizer que é muito difícil conversar, porque a gente não tem os modelos de como nossos pais lidaram conosco sobre isso”, pontua. Por isso, a orientação deve ser baseada em informação e equilíbrio. […]


Para ela, a dificuldade maior está no fato de muitos pais não terem referências anteriores. “Sobre esse assunto de tecnologia, eu costumo dizer que é muito difícil conversar, porque a gente não tem os modelos de como nossos pais lidaram conosco sobre isso”, pontua. Por isso, a orientação deve ser baseada em informação e equilíbrio. “É muito importante ler sobre o assunto, se informar, conversar com outros pais sobre jogos, sobre redes, sobre o que está arriscado”, afirma. Segundo a psicóloga, o tom da conversa também faz diferença. “Essas orientações e conversas têm que se dar de forma tranquila. Não desesperada, não acreditando que todas as pessoas da internet são pedófilas, golpistas; sempre mostrando pra criança ou adolescente que a grande maioria das pessoas é do bem, está lá pra jogar, se divertir, interagir com os amigos nas redes sociais, mas existe sim uma minoria (que acaba sendo um número significativo, mas ainda assim uma minoria) de pessoas que estão lá pra prejudicar o outro”, conclui.



Fonte: Tech Tudo

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