De acordo com o Dr. Giovanni De Toni, o compartilhamento de senhas não aumenta necessariamente o comprometimento do casal e, em muitos casos, está associado a ciúmes e à necessidade de controle. O especialista ressalta que o contexto é o fator determinante: o ato deve ser voluntário e consensual, nunca uma imposição ou cobrança por provas de fidelidade. Na prática, casais que dividem acessos geralmente já possuem uma confiança prévia, mas isso não significa que o vínculo se tornou mais forte por causa da tecnologia.
Fonte: Tech Tudo