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[TESTE – APAGAR] O fogo que não se apaga: quando a política local vira cinzas

COLUNA DE OPINIÃO Tem coisa que a gente olha de longe e pensa: isso não vai dar certo. E não dá. Mas segue. Segue porque ninguém freia, porque quem deveria cobrar está ocupado demais aplaudindo, e porque o cidadão comum já desistiu de entender o jogo. Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu […]


COLUNA DE OPINIÃO

Lorran Barentin

Tem coisa que a gente olha de longe e pensa: isso não vai dar certo. E não dá. Mas segue. Segue porque ninguém freia, porque quem deveria cobrar está ocupado demais aplaudindo, e porque o cidadão comum já desistiu de entender o jogo.




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Na semana passada, a Câmara de Vereadores aprovou em tempo recorde um projeto que ninguém leu com calma. Três minutos de discussão. Três. O relógio do plenário nem esquentou. E o pior: ninguém achou estranho.

Esse é o tipo de lenha que alimenta a fogueira sem fazer barulho. Não explode, não chama atenção. Mas queima. Queima o orçamento, queima a confiança, queima o pouco que resta de fiscalização popular.

A pergunta que fica é simples: até quando a política local vai funcionar no piloto automático, sem que ninguém peça para ver a rota? Porque quando a gente acorda, o destino já mudou — e o combustível acabou.



Fonte: Jornal Razão

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