A Polícia Civil confirmou que a violação de sepulturas no RS resultou no furto de cinco ossadas em um cemitério no município de Parobé, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A investigação teve início após um paciente de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) em Taquara ser localizado com três ossadas humanas guardadas dentro de uma sacola plástica durante um atendimento de emergência.
Desdobramento das investigações e localização das ossadas
Conforme os dados apurados pelas autoridades policiais, quatro dos cinco restos mortais retirados dos túmulos já foram devidamente recuperados. As equipes de segurança continuam trabalhando nas buscas para localizar o quinto item que permanece desaparecido desde a invasão ao espaço funerário da região.
A ação inicial ocorreu no início da semana, quando a Brigada Militar foi acionada para intervir em um caso no qual um homem portava uma faca dentro do CAPS de Taquara. Ao realizarem a abordagem e a apreensão do objeto perfurocortante, os agentes inspecionaram os pertences do suspeito e encontraram o material biológico.
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Resumo das apurações policiais
- Três crânios encontrados: Localizados em uma sacola em posse do paciente atendido em Taquara.
- Um crânio recuperado: Encontrado pelas autoridades nas proximidades do próprio cemitério em Parobé.
- Um crânio desaparecido: Segue sendo procurado pelas forças de segurança da região.
- Acompanhamento médico: O homem foi encaminhado para atendimento no Hospital Bom Jesus.
Procedimentos periciais e encaminhamento do caso
Após o recolhimento das peças anatômicas, a polícia determinou a realização de procedimentos periciais avançados, incluindo o mapeamento genético dos restos mortais. O objetivo dos exames de DNA é identificar formalmente a quem pertenciam as ossadas retiradas do cemitério, garantindo o devido esclarecimento aos familiares.
O homem envolvido na ocorrência foi prontamente conduzido para avaliação e assistência médica no Hospital Bom Jesus de Taquara. As investigações prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Civil para determinar as circunstâncias da invasão ao cemitério e se houve o envolvimento de terceiros na remoção do material.
FONTE/CRÉDITOS: G1 RS
Fonte: Quentuchas

