Durante o mês do Agosto Dourado, o Centro de Parto Normal (CPN) do Hospital Santa Terezinha destaca como a humanização do parto e o acolhimento multiprofissional fazem a diferença no nascimento e na adaptação entre mães e recém-nascidos. A instituição oferece uma estrutura preparada para respeitar o ritmo biológico de cada paciente, aliando suporte físico, emocional e técnico desde a chegada da gestante até os primeiros incentivos ao aleitamento materno.
Estrutura e suporte integral ao trabalho de parto
No Centro de Parto Normal, o tempo do nascimento é vivenciado com acompanhamento constante e respeito às escolhas de cada mulher. Conforme a evolução da dilatação, as gestantes ocupam quartos privativos adaptados com diversos métodos não farmacológicos de alívio da dor, permitindo uma vivência mais segura e confortável.
Entre os principais recursos e práticas disponibilizados pela equipe para auxiliar a mulher no trabalho de parto estão:
Publicidade
- Utilização de água morna na banheira e chuveiro para relaxamento muscular;
- Uso da bola de pilates e da banqueta vertical para mobilidade;
- Livre escolha da posição para o nascimento do bebê;
- Participação e apoio ativo do acompanhante escolhido pela gestante;
- Encaminhamento ágil ao bloco cirúrgico em situações com indicação de cesariana.
Primeiros momentos: contato imediato e amamentação
Logo após o nascimento, caso o recém-nascido apresente boas condições de saúde, o contato pele a pele é promovido imediatamente no colo da mãe. O clampeamento do cordão umbilical é realizado entre 1 e 3 minutos após o parto, permitindo também a participação do acompanhante nesse momento simbólico.
Os exames iniciais e medições do bebê são conduzidos sem afastar o binômio mãe-filho. Em seguida, a equipe de assistência inicia as orientações para o aleitamento materno, auxiliando na adequação da pega, postura e conforto térmico. O suporte individualizado considera as variações anatômicas de cada mulher e as respostas do recém-nascido.
Evolução da assistência e impacto nas famílias
A mudança nos protocolos assistenciais ao longo da última década reflete-se na percepção das próprias pacientes. Sandra Piovezan, de 37 anos, deu à luz sua segunda filha, Maria Antônia, no CPN do hospital após 40 semanas de gestação e destacou as diferenças entre os atendimentos.
Após a indução do trabalho de parto, uso da banheira e da banqueta vertical, o nascimento ocorreu de forma natural no início da madrugada. A paciente relatou o suporte constante recebido, destacando a evolução da estrutura hospitalar e a postura atenciosa da equipe multidisciplinar durante todas as etapas do processo.
FONTE/CRÉDITOS: Comunicação PME
Fonte: Quentuchas

