Uma camareira viveu momentos de terror ao realizar a limpeza do apartamento de um hóspede em um hotel de Penha, no Litoral Norte de Santa Catarina. Conforme a Polícia Militar de Santa Catarina, o homem ofereceu dinheiro em troca de sexo, teve a proposta recusada, tirou a roupa na frente da trabalhadora e impediu que ela saísse do quarto. Jean Carlos da Silva, de 44 anos, natural de Camaçari, na Bahia, foi preso em flagrante por importunação sexual.
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Segundo o relato apresentado à PMSC, a trabalhadora atendia o apartamento quando o hóspede começou a fazer comentários de cunho sexual. Conforme a polícia, ele disse à camareira que ela era “muito gostosa e linda” e que queria “dar uma rapidinha”. Diante da negativa, o homem teria insistido oferecendo dinheiro, conduta que se repetiu mesmo após sucessivas recusas da vítima.
A porta bloqueada
A camareira tentou deixar o apartamento, mas o hóspede se colocou em frente à porta e impediu a saída. Conforme a PMSC, ela pediu diversas vezes que ele se afastasse, sem sucesso. Em determinado momento, o homem retirou a calça e mostrou o órgão genital à trabalhadora, que conseguiu filmar parte do ocorrido com o celular.
“Que era muito gostosa e linda, que queria fazer sexo, que queria dar uma rapidinha”, registra o trecho da abordagem do autor à vítima, conforme a Polícia Militar.
A trabalhadora aproveitou um instante em que o autor se afastou da porta para sair do quarto e procurar um colega de trabalho. O colaborador acionou o encarregado da empresa e a Polícia Militar. O vídeo gravado pela camareira foi apresentado à guarnição e confirma o trecho em que o hóspede aparece sem a calça dentro do apartamento.
A prisão no quarto
A PMSC se deslocou ao hotel onde o autor estava hospedado e o abordou no próprio apartamento em que o crime havia ocorrido. Ao abrir a porta, Jean Carlos da Silva optou por permanecer em silêncio. O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Central de Plantão Policial de Itajaí, onde foram tomadas as providências legais.
Conforme a Polícia Militar de Santa Catarina, o caso foi registrado como importunação sexual. A vítima prestou depoimento e relatou estar abalada com o ocorrido. O caso segue em apuração pela Polícia Civil.
Fonte: Jornal Razão