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Homem é preso pela segunda vez por armazenar pornografia infantil em São Leopoldo

Um homem de 45 anos foi detido em flagrante nesta quarta-feira (13), em São Leopoldo, na Região Metropolitana, acusado de armazenar material de abuso sexual infantil. Esta é a segunda vez que o indivíduo é preso pelo mesmo crime; a primeira ocorrência foi registrada em 2023. A prisão ocorreu na residência do investigado, localizada no […]


Um homem de 45 anos foi detido em flagrante nesta quarta-feira (13), em São Leopoldo, na Região Metropolitana, acusado de armazenar material de abuso sexual infantil. Esta é a segunda vez que o indivíduo é preso pelo mesmo crime; a primeira ocorrência foi registrada em 2023.

A prisão ocorreu na residência do investigado, localizada no bairro Pinheiro, após uma ronda virtual da Polícia Civil identificar a atividade criminosa. O nome do homem não foi divulgado pelas autoridades.

Detalhes da operação e evidências encontradas

Com o apoio de peritos, os policiais encontraram dezenas de arquivos de pornografia infantojuvenil na lixeira do celular do suspeito. Além disso, foram descobertos registros de downloads desses materiais em diversos aplicativos.

O delegado Maurício Barison, responsável pela investigação, ressaltou a gravidade da situação. “Cada arquivo representa uma criança real que foi abusada. A Polícia Civil não tolerará esse tipo de crime e continuará atuando com rigor”, afirmou Barison.

O homem não ofereceu resistência no momento da prisão. A polícia informou que a detenção faz parte da Operação Permanente DarkTrace, conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas.

Combate à pornografia infantojuvenil na Região Metropolitana

A Operação Permanente DarkTrace tem como objetivo principal combater a pornografia infantojuvenil em toda a Região Metropolitana do Rio Grande do Sul, intensificando a vigilância e a repressão a esses crimes.

Sobre a prisão anterior, ocorrida em 2023, o delegado Maurício Barison explicou que o criminoso pode ter sido liberado após pagamento de fiança, uma vez que, à época, a legislação ainda permitia essa possibilidade para o tipo de delito.





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