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Prefeitura de Chapecó afasta agente de saúde investigada por possíveis fraudes em visitas domiciliares

A Polícia Civil de Santa Catarina realizou nesta quinta-feira (7), a operação “Gasparzinho”, que investiga possíveis irregularidades envolvendo atendimentos da saúde pública em Chapecó, no Oeste catarinense. Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo A investigação apura a suspeita de que uma agente comunitária de saúde teria registrado visitas […]


A Polícia Civil de Santa Catarina realizou nesta quinta-feira (7), a operação “Gasparzinho”, que investiga possíveis irregularidades envolvendo atendimentos da saúde pública em Chapecó, no Oeste catarinense.


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A investigação apura a suspeita de que uma agente comunitária de saúde teria registrado visitas domiciliares que, na prática, não teriam sido realizadas. Conforme a polícia, os dados teriam sido inseridos de forma irregular em um sistema informatizado utilizado pela prefeitura para controle dos atendimentos.

O caso começou a ser investigado após uma denúncia encaminhada pelo Ministério Público, apontando inconsistências nos registros feitos pela servidora. A suspeita é de que informações falsas tenham sido lançadas no sistema como se os atendimentos tivessem acontecido normalmente.

Durante a operação, os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em Chapecó e também em Pato Branco. As diligências ocorreram em setores administrativos do município, em uma unidade de saúde, na residência ligada à investigada e ainda na empresa responsável pelo sistema de gestão utilizado pela saúde municipal.

Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento cautelar da servidora investigada, proibindo o acesso dela aos sistemas internos e autorizando a coleta de registros de atividades do setor.

Em nota oficial, a Prefeitura de Chapecó informou que a investigação envolve apenas uma servidora e destacou que as medidas administrativas já foram adotadas, incluindo o afastamento da agente comunitária. O município também afirmou que está colaborando com as investigações e reforçou o compromisso com a transparência e a legalidade.

A operação contou com apoio da Coordenadoria de Combate à Corrupção (Cecor), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) e da Divisão de Investigação Criminal de São Lourenço do Oeste.

As investigações seguem em andamento e novos detalhes ainda são mantidos sob sigilo para não comprometer o trabalho policial.



Fonte: Jornal Razão

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